Uma proposta de técnica de estudos!

Por  •  8 fev 2011  •  Aprendizagem, Como se Preparar  •  25 Comentários
Concursos Publicos Técnicas de Estudos Classificação Como se Preparar

Neste texto vou trabalhar com uma construção ou idéia que considero ter grande utilidade nos estudos para concursos públicos. Trata-se de um conceito que faz parte de um amplo objeto de pesquisas que venho desenvolvendo, no campo das teorias da aprendizagem e ciências cognitivas, aplicadas à preparação para concursos. Assim, o presente texto consiste num pequeno ensaio introdutório sobre as referidas construções, as quais contam com grande potencial para colaborar com a otimização dos estudos voltados à busca da aprovação.

Inicialmente, veja a figura abaixo com bastante atenção:

Agora minimize esta página, pegue uma folha de papel, ou abra um espaço para anotações no seu equipamento, e anote tudo que se lembrar, sem que volte (neste momento) a olhar a figura. Em seguida, após anotar, volte ao presente texto.

Muito bem, quantos “objetos observados” (no sentido amplo de objeto) conseguiu anotar? Sete? Oito? Nove? Dez? Você utilizou alguma estratégia específica, de forma consciente e deliberada?

Agora olhe para a figura novamente e tente identificar, separando os objetos visualizados, os que pertencem à categoria de seres inanimados, dos seres pertencentes ao reino animal e vegetal. Ou seja, voltando-se para a figura, tente fazer a leitura categorizada e promova mentalmente o devido enquadramento, conforme os mencionados critérios de classificação.

Ficou mais fácil?

A presente estratégia proposta envolve a técnica de categorização e classificação. Trata-se de um conceito que compõe o conjunto de construções que formam a Teoria da Modificabilidade Cognitiva Estrutural, desenvolvida por Reuven Feuestein. A presente construção vem ganhando dimensão, relevância e respeito cada vez maior entre os estudiosos, pesquisadores e aplicadores das ciências da aprendizagem.

A técnica de categorização e classificação, caso o candidato a concursos públicos adquira a capacidade de adoção adequada, pode ser de grande utilidade nos estudos.

Muitos doutrinadores e autores de livros técnicos de matérias cobradas em concursos públicos, e não apenas na área jurídica, desenvolvem sofisticadas construções de classificação de conceitos e institutos. Considero que em diversas circunstancias tais classificações contam com um sentido muito mais de sofisticação do conhecimento, sem necessariamente trazer utilidade. E também considero que muitos autores não fazem tais classificações impulsionados pela finalidade de elaborar recursos que facilite a compreensão. Ou seja, muitas vezes o objetivo é a sofisticação.

Vejamos um exemplo prático, envolvendo conhecimentos mais diretamente relacionados à preparação para o concurso público, adotando a presente técnica. Vamos imaginar que você pretenda contar com a disponibilidade cognitiva e intelectual das matérias inerentes à competência legislativa privativa da União, assim previstas no art. 22 da Constituição Federal. Considerando o disposto no texto constitucional, seria preciso se apropriar intelectualmente e ter a disponibilidade cognitiva de que se insere na competência privativa da União as seguintes matérias:

Art. 22. Compete privativamente à União legislar sobre:

I – direito civil, comercial, penal, processual, eleitoral, agrário, marítimo, aeronáutico, espacial e do trabalho;

II – desapropriação;

III – requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra;

IV – águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão;

V – serviço postal;

VI – sistema monetário e de medidas, títulos e garantias dos metais;

VII – política de crédito, câmbio, seguros e transferência de valores;

VIII – comércio exterior e interestadual;

IX – diretrizes da política nacional de transportes;

X – regime dos portos, navegação lacustre, fluvial, marítima, aérea e aeroespacial;

XI – trânsito e transporte;

XII – jazidas, minas, outros recursos minerais e metalurgia;

XIII – nacionalidade, cidadania e naturalização;

XIV – populações indígenas;

XV – emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de estrangeiros;

XVI – organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões;

XVII – organização judiciária, do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios, bem como organização administrativa destes;

XVIII – sistema estatístico, sistema cartográfico e de geologia nacionais;

XIX – sistemas de poupança, captação e garantia da poupança popular;

XX – sistemas de consórcios e sorteios;

XXI – normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares;

XXII – competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais;

XXIII – seguridade social;

XXIV – diretrizes e bases da educação nacional;

XXV – registros públicos;

XXVI – atividades nucleares de qualquer natureza;

XXVII – normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III

XXVIII – defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional;

XXIX – propaganda comercial.

É fácil ter todas estas informações disponíveis intelectualmente no momento da prova? Obviamente que não!

Diante deste cenário, adotando a técnica de categorização e classificação, poderíamos organizar o presente objeto de conhecimento da seguinte forma:

Matérias Jurídicas/Ramos do Direito:

civil ;comercial; penal; processual; eleitoral; agrário; marítimo; aeronáutico; espacial e do trabalho;

Serviços Públicos e Privados:

telecomunicações e radiodifusão; serviço postal; sistema estatístico; sistema cartográfico e de geologia nacionais; registros públicos; informática;

Recursos Naturais

Águas; energia; jazidas; minas; outros recursos minerais e metalurgia;

Atividades de Natureza Financeira e Comercial

sistema monetário e de medidas; títulos e garantias dos metais; política de crédito; câmbio; seguros e transferência de valores;  comércio exterior e interestadual;  sistemas de poupança; captação e garantia da poupança popular;  sistemas de consórcios e sorteios; propaganda comercial;

Logística e Transporte:

diretrizes da política nacional de transportes; regime dos portos; navegação lacustre; fluvial; marítima; aérea e aeroespacial;  trânsito e transporte;

Administração Pública e Atuação Administrativa:

desapropriação; organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões; organização judiciária do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios, bem como organização administrativa destes; normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, obedecido o disposto no art. 37, XXI, e para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do art. 173, § 1°, III;

Atividades Militares, Bélicas, Segurança Pública e Nuclear

requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra; normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares; competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais; defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional; defesa territorial, defesa aeroespacial, defesa marítima, defesa civil e mobilização nacional; atividades nucleares de qualquer natureza;

Cidadania, Direitos Fundamentais e Estrangeiros:

nacionalidade, cidadania e naturalização;  seguridade social; diretrizes e bases da educação nacional; populações indígenas; emigração e imigração, entrada, extradição e expulsão de estrangeiros.

É preciso esclarecer e ressaltar, por um lado, que esta forma de categorização e classificação foi desenvolvida por mim e para o meu próprio estudo, de modo que estabeleci os meus próprios critérios, que naturalmente reputo relevantes. Por conta disto, tendem a contar com potencial de manutenção cognitiva superior aos critérios que sejam desenvolvidos por outra pessoa, ainda que se trate de um respeitado doutrinador da área do Direito Constitucional.

Por outro lado, é preciso que se compreenda que a construção do critério de categorização já faz parte do processo de aprendizagem. Além disto, as nossas construções tendem a contar com relevância maior para nós, ao menos em termos cognitivos, se comparadas com construções desenvolvidas por terceiros. Ou seja, ainda que você ache interessante e adote os critérios de classificação que estabeleci neste texto, provavelmente, a relevância cognitiva que tem para mim não será a mesma que tem para você.

Considerando as ponderações apresentadas, sugiro que promova a devida reflexão sobre a adoção da presente estratégia de estudos. Registro que este texto consiste num primeiro ensaio sobre o tema, o qual tem sido objeto de intensas pesquisas que venho desenvolvendo.

E advirto que não se trata de fórmula mágica, tampouco de mecanismo voltado a turbinar o cérebro, ou qualquer outra solução congênere, passível de atrair candidatos que se enquadrem no perfil “candidato microondas”. Vale lembrar que o candidato microondas consiste naquele que busca um processo de preparação para concursos de forma rápida, fácil e sem maiores esforços pessoais e cognitivos. Assim, se contrapõe ao perfil do candidato de alto rendimento, que busca desenvolver uma preparação consistente, de longo prazo, com foco no processo – e não no resultado, pautado pela execução, monitoramento e controle de um adequado planejamento de estudos.

Por fim, registro que a presente estratégia de estudos consiste apenas e tão somente em uma proposta, com a devida fundamentação científica e passível de trazer alguma contribuição. Espero que de fato ajude.

Bons estudos e boas estratégias de categorização e classificação!

25 comentários até agora. Deixe o seu.

  1. Edielton Paulo disse:8 fev 2011 às 11:12 am · Responder

    Adorei a técnica. Passarei a usá-la em meus estudos!

    Parabéns!!!

  2. Carlos disse:8 fev 2011 às 12:46 pm · Responder

    Excelente dica de estudo… Parabéns pelo incentivo!! Vou procurar utilizar essa tecnica.

  3. Eu disse:8 fev 2011 às 2:13 pm · Responder

    Utilizo esta técnica em meus estudos desde criança. O mesmo princípio pode ser aplicado na questão das anotações pessoais em sala de aula. De nada adianta fazer um curso preparatório sem anotações e depois copiar o caderno do colega, pois a disposição visual e categórica utilizada não será de fácil compreensão para o outro.

    Sem contar que essa categorização auxilia muito nas revisões, bastando lembrar apenas da “raiz” da categoria como “Recursos Naturais” (no exemplo dado das competências legislativas).

    Agradeço pela tranquilidade passada em seus Posts.

  4. Ronaldo Gomes disse:8 fev 2011 às 5:52 pm · Responder

    Caro Prof Neiva, muito obrigado por mais este texto esclarecedor.
    Algumas vezes fazia isto sem perceber. Mas agora tomei consciência de que posso adotar este recurso nos meus estudos.
    Realmente, o seu conhecimento, experiência e pesquisas na área da aprendizagem para concursos são de grande valia para os concurseiros.
    Como já vi aqui no seu blog, o sr. criou CIÊNCIA DA PREPARAÇÃO PARA OS CONCURSOS e rompeu com esta conversa fiada de AUTO-AJUDA para concurseiros!

  5. José Francisco Monroew disse:18 fev 2011 às 8:54 am · Responder

    Obrigado pela orientação.
    Mas esse texto está menos técnicos que os outros,tá se aproximando com os do Prof. William Douglas.
    Monroe

    • Rogerio Neiva disse:18 fev 2011 às 11:05 am · Responder

      Agradeço o comentário. Toda crítica educada e construtiva é bem vinda.
      Minha intenção foi trazer um pequeno fragmento das construções de Feursetein, que tem sido muito prestigiado pelos estudiosos das ciências cognitivas e da educação ultimamente.
      E a busca de desenvolver abordagens aplicadas à preparação para o concurso público exige a ponderação entre o tecnicismo e a facilitação da compreensão aplicada.
      Mas vou refletir sobre a colocação, de modo a avançar na contribuição aos candidatos.

  6. Matheus Ferreira disse:18 fev 2011 às 9:34 am · Responder

    Báh !!! Mas veio bem na hora essa técnica !!! Eu ja a autilizava, mas de forma inconsciente. Passarei a usa-la melhor de agora em diante. Ainda ontem estava me questionando como iria fazer para decorar grande quantidade de ítens como o deste artigo. MUITO OBRIGADO PROFESSOR !!! Quando eu passar no concurso que eu quero, vou até aí te dar um abraço !!!

    • Rogerio Neiva disse:18 fev 2011 às 11:05 am · Responder

      Caro Matheus,
      Está firmado o compromisso!
      Vou cobrar!
      Sucesso!

  7. Edivan Miranda disse:22 fev 2011 às 1:26 pm · Responder

    Prezados professor,

    o engraçado que as vezes escolhemos livros voltados para concursos que dizemos que são muito bons, quando na realidade muitos deles nada mais, nada menos utilizam essa técnica, o que facilita muito num primeiro contato com alguns assuntos a serem estudados, principamente para quem não é da área jurídica

  8. Filipe Toyoshima disse:14 jun 2011 às 9:52 pm · Responder

    Tenho tambem uma tecnica: associação a coisas que você goste com o conteúdo que se queira aproveitar. Ex: Uma coisa que eu lembro dezde os meus 6 anos de idade (7 anos atrás, isso mesmo, só 7 anos atrás) é o meu primeiro jogo de Playstation 1, se aquele jogo tivesse alguma informação que poderia usar futuramente, teria essa informação até hoje, porque associaria o que eu gostava muito, com o que eu posso usar futuramente. (Pena não ter nunhum conteúdo de concurso lá…)

  9. Franklin Magno de Melo Veras disse:15 jul 2011 às 4:28 pm · Responder

    Como tenho mulher e dois filhos acadêmicos de Direito, resolvi testar o Tuctor, para, se fosse o caso, indicá-lo. Com apenas algumas leituras capacitei-me do alto nível das orientações do Prof. Rogerio Neiva. Magistrado aposentado, advogado militante e também professor (de Direito Penal)fiquei encantado com a seriedade, o zelo, e as sofisticadas e avançadas técnicas didáticas e pedagógicas disponibilizadas com invejável e ímpar simplicidade. Passei a indicá-lo a todos os meus alunos e conhecidos que necessitam de orientações de como estudar de forma eficiente, seja para a vida acadêmcia, seja para um concurso público. Não há outra palavra, senão excelente.

    • Rogerio Neiva disse:15 jul 2011 às 4:37 pm · Responder

      Caro Frankilin, agradeço profundamente a incentivadora manifestação!
      Conte comigo na torcida dos membros da família que se engajam nas fileiras jurídicas.
      Abcs!

  10. Alan Venzi disse:17 jul 2011 às 2:19 pm · Responder

    Interessante como essa técnica pode ser útil à memorização, principalmente quando se trata da assimilação dos conceitos arbitrários( referidos no artigo”Jurisprudência x Doutrina : um dilema nos estudos”), os quais no direito possuem uma fundamentação muito mais política do que propriamente jurídico- teorética ou lógica.
    Ótimo artigo, vai me ajudar muito a otimizar meus estudos, obrigado.

  11. Felippe disse:25 abr 2012 às 8:59 pm · Responder

    Gravei 10 dos 12.
    Meu método foi outro.

    Fiz 2 tipos de associações:
    – Com itens do meu dia a dia.
    EX: tesoura com a tesoura de cortar unha q sempre uso / sapato com o meu tênis nike shox / TV com a tv led embrulhada que nunca foi aberta / tomate com macarronada

    – Com itens associados aos próprios itens.
    EX: Associei jaboti com o tatu, hehe, ai veio os 2 ao mesmo tempo na mente. e o Jaboti associei ao que vi no vídeo do cara que pediu a menina em casamento e pregou uma tarefa embaixo do coitado do jaboti.

    Sempre o utilizo com sucesso espantoso.

    Meu método para gravar o que é privativo da união.. seria outro, também utilizado com muito sucesso.
    São frases autoexplicativas e autorreferenciadas.

    Veja:

    II – desapropriação; (“Vish, é a supremacia do interesse publico sobre o particular”)

    III – requisições civis e militares, em caso de iminente perigo e em tempo de guerra; (“Ela é soberana, tem que dar um jeito de requisitar todo mundo”)

    IV – águas, energia, informática, telecomunicações e radiodifusão; (“ela quer tudo, seja água, energia e os pensamentos”)

    V – serviço postal; (“claro, os correios é dela”)

    e assim por diante..

    • Rogerio Neiva disse:26 abr 2012 às 8:37 am · Responder

      Boa Felippe!
      Mas no caso, me parece que a estratégia é mais associativa do que de categorização. De qualquer forma, as premissas quanto à lógica cognitiva envolvida no processo são semelhantes.
      Abcs!

      • Felippe disse:26 abr 2012 às 12:40 pm · Responder

        Rogério, o curioso é que antes de dormir, das 4 atribuições privativas que escrevi explicando meu método, lembrava apenas de 3.

        Quando acordei, lembrei da 4ª que faltava, hehe.

        Interessante é que ainda não precisei gravá-las, mas agora vou fazer para auditor fiscal e precisarei.

        Mais interessante ainda é que essas 4 primeiras eu já não esqueço mais. :]

        Pronto, já tenho o caminho do sucesso, depois relato minhas vitórias.

        Ainda estou recuperando as energias depois de ter quase passado na Assembleia do meu estado, estudando somente depois do edital, mas não consegui (por marcações erradas no gabarito), e também pelo fato da banca não ter anulado o que deveria anular e acho que seria difícil o judiciário agir quanto a uma questão de Contabilidade Pública. Fiz 42 pontos na prova, mas para passar era necessário 44 (uma marquei errado e a outra eu sabia mas fiz os cálculos errados).

        Abrs.

  12. Ana disse:27 abr 2012 às 11:39 am · Responder

    Oi, Rogério,
    Gostei muito do artigo, a maioria do que se encontra por aí são dicas genéricas que nem mesmo o próprio autor usa…. Já essa técnica que você sugere é mesmo bem fundamentada. O cientista cogntivo Daniel Willinghan chama esse processo de “chunking” ou agrupamento, e ela funciona porque libera espaço na memória de trabalho, permitindo que a pessoa raciocine melhor.
    Abraços,
    Ana

  13. Judith disse:6 fev 2013 às 9:38 pm · Responder

    Rogério, gostei do método, não conhecia e vou coloca-lo em prática. No momento estou estudando para o próximo exame de ordem e futuramente vou tentar Defensoria Pública e finalmente a magistratura. Portanto, vou precisar de todos os métodos que possa ajudar…kkkkkk.
    abcs
    Judy

  14. glauber disse:31 mar 2014 às 6:47 pm · Responder

    Professor ok, a técnica é boa, mas são “4 bíblias” de estudo para quem ta na área jurídica como eu…
    Fiz Direito, passei na OAB somente, mas nao tenho capacidade de acumular esse conhecimento de “4 biblias” e fixar mesmo… Sempreee vou esquecendo, não tenho resumo das matérias e não consigo revisar tudo… ta difícil.

    • Glauber disse:28 mai 2014 às 2:07 am · Responder

      Hei de me redimir!! Sobre o que disse acima. Estou conseguindo usar a técnica além de CRIAR mnemonicos e usar ténicas em conjunto. Sei que sempre irão faltar mais conhecimentos entretanto já os estou adquirindo e não me desesperando olhando o tamanho do todo. O aprendizado um passo de cada vez vai fazendo o edifício do conhecimento se fortalecer e solidificar. Agradeço demais ao professor Neiva por este site magnífico e tão logo estarei com meu depoimento aqui. Amém.

  15. Glauber disse:14 jun 2014 às 12:38 pm · Responder

    Carissimo professor Neiva,

    Vejo que com relação a questão da memorização de informações arbitrárias até que ponto vale a pena eu desenvolver outras técnicas de memorização como Palácio da memória, Gancho ou Gatilho, TODO-parte, Categorização (como aprendi com o Senhor.)…

    O Senhor já estudou a questão da alimentação do concurseiro? Frutas, amendoin, café, couve-flor, soja, estes dois últimos ricos em colina que servem para impulsionar os nutrientes para o neurotransmissor da acetilcolina no cérebro?

    Tenho visto que um pouco de tempo dedicado a estes estudos tem me ajudando exponencialmente no aprendizado das informações ditas arbitrárias, como já explicitado aqui no site, e considerando que as matérias conteudísticas já tenho uma memorização mais duradoura face à compreensão dos institutos.

    Tenho buscado nesse estudo de técnicas e percebo o quão importante é a alimentação, o esporte, dentre muitos outros fatores que já venho pesquisando. E noto como a aplicação da psicologia cognitiva de questionar nossos passos e métodos e tirar as conclusões. Tese-antítese-sintése.

    Aguardo e agradeço de pronto toda informação nova sobre o tema.

    E vamos aos estudos.

Menções deste artigo em outros sites:

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  2. Concursos públicos assimilar matérias memória e aprendizagem | Concursos Públicos Prof Rogerio Neiva
  3. Estudo para Concursos Públicos Estratégia Comparativa Memória e Provas
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