Primeiras Impressões Técnicas do Novo Exame da OAB

Por  •  26 set 2010  •  Aprendizagem, Como se Preparar  •  3 Comentários
exame OAB Ordem FGV análise da prova como se preparar

Recebi há alguns minutos, do Dr Maurício Gieseler, editor do Blog do Exame de Ordem, a prova do último Exame da OAB. Tal avaliação consiste na primeira experiência da nova versão FGV.

Realizando uma análise da prova à luz de aspectos técnicos e psicopedagógicos, contextualizado no trabalho de orientação à preparação para concursos públicos e exames que venho desenvolvendo, considero que existem avanços. Principalmente se compararmos com o que vinha ocorrendo sob a responsabilidade do Cespe.

Vale esclarecer que existem diversas construções científicas voltados à elaboração de provas, inclusive considerando os objetivos que estão por trás da sua aplicação. Infelizmente, entendo que muitos examinadores elaboram provas tecnicamente precárias e inadequadas, exatamente pela falta de compreensão de conceitos técnicos sobre elaboração de avaliações.

Mas no caso da prova elaborada pela FGV, vale destacar a valorização de questões operatórias, com a proposição de problemas a serem solucionados pelos candidatos. Assim, fugiu-se do padrão conteudista puro, valorizador do decoreba e de pegadinhas, pautado na adoção do modelo “copia e cola”.

Também foram cobrados alguns conceitos. Porém, de caráter doutrinário e jurisprudencial, de relevância para a atuação do advogado.

Que as demais bancas e instituições voltadas à organização de exames oficiais e concursos públicos sigam o exemplo e se esforcem para a adoção de provas inteligentes, ricas, bem elaboras e que não se pautem por pegadinhas e “copia e cola”.

Recebi há alguns minutos, do Dr Maurício Gieseler, editor do Blog do Exame de Ordem, a prova do último Exame da OAB. Tal avaliação consiste na primeira experiência da nova versão FGV.

Realizando uma análise da prova à luz de aspectos técnicos e psicopedagógicos, contextualizado no trabalho de orientação à preparação para concursos públicos e exames que venho desenvolvendo, considero que existem avanços. Principalmente se compararmos com o que vinha ocorrendo sob a responsabilidade do Cespe.

Vale esclarecer que existem diversas construções científicas voltados à elaboração de provas, inclusive considerando os objetivos que estão por trás da sua aplicação.  Infelizmente, entendo que muitos examinadores elaboram provas tecnicamente precárias e inadequadas, exatamente pela falta de compreensão de conceitos técnicos sobre elaboração de avaliações.

Mas no caso da prova elaborada pela FGV, vale destacar a valorização de questões operatórias, com a proposição de problemas a serem solucionados pelos candidatos. Assim, fugiu-se do padrão conteudista puro, valorizador do decoreba e de pegadinhas, pautado na adoção do modelo “copia e cola”.

Também foram cobrados alguns conceitos. Porém, de caráter doutrinário e jurisprudencial, de relevância para a atuação do advogado.

Que as demais bancas e instituições voltadas à organização de exames oficiais e concursos públicos sigam o exemplo e se esforcem para a adoção de provas inteligentes, ricas, bem elaboras e que não se pautem por pegadinhas e “copia e cola”.

Sugestão de Leitura:

Como realizar Provas Objetivas

3 comentários até agora. Deixe o seu.

  1. Jamara Milbratz Fiorot disse:27 set 2010 às 10:21 am · Responder

    Dr Rogério,
    Eu fiz a prova da FGV pra OAB, e realmente vi que melhorou o nível da prova em relação a última do Cespe que valorizava a decoreba e extremamente maliciosa, espero alcançar minha aprovação.
    Abraços Jamara

  2. Ariane disse:28 set 2010 às 9:53 am · Responder

    Pessoal, estou caçando a prova da ordem! está disponível em algum site???
    abraços

  3. Cecél Garcia disse:31 out 2011 às 1:57 pm · Responder

    EXAME DA OAB

    O Supremo Tribunal Federal numa ação acentuada pelo brilhantismo declina pedido para que Bacharéis em Direito, exerçam suas funções como advogados de ato, fato e – literalmente – de direito.
    Eu deixaria aos reprovados, muitos, pelo exame da ordem, três reflexões.
    Quando tenderam, voluntariamente, pela profissão de Causídicos, já não tinham conhecimento da inequívoca exigência do exame da OAB?
    Vocês Bacharéis, na figura de uma vítima ou injustiça outra, contrataria os serviços de um Bacharel ou um Advogado para defendê-los?
    E por último, vocês, Bacharéis descontentes pela reprovação, e, que, academicamente, optaram para lidar com a Justiça Soberana e suas leis. Não seria um contraste e uma afronta para com a própria Justiça permiti-los acesso a profissão, em relação para com aqueles que esforçaram-se para como mesmo objetivo e tiveram uma performance para aptidão ?

    Cecél Garcia

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