Adotando uma construção que já foi incorporada ao nosso universo verbal – e que tem uma autoria notoriamente conhecida, “nunca antes na história” da preparação para concursos públicos houve um consenso tão consolidado sobre a importância do planejamento de estudos. Talvez seja mais que um consenso, alcançando o status de unanimidade.
A partir da referida premissa, a questão que se coloca é: mas como montar um plano da preparação? Atualmente existem várias propostas e soluções metodológicas. Algumas construídas apenas a partir de elementos empíricos, com base em trajetórias de êxito ou não, outras com a mobilização de fundamentos, associados a experiências vivenciadas.
Mas o fato é que não basta reconhecer a importância do planejamento. Também é preciso saber como estruturá-lo. E de forma adequada, no sentido de garantir racionalidade e eficiência.
Além da preocupação com a montagem do planejamento de maneira adequada, é preciso ainda se atentar à sua execução. Ou seja, não é suficiente estruturar o planejamento de estudos, sendo também necessário que este seja viável, exeqüível e que, efetivamente, seja executado.
Retratando a preocupação com a execução de planejamentos estabelecidos, o Prof Carlos Alberto Julio, referência reconhecida sobre o tema da gestão, construiu a expressão “fazejamento” (A Arte da Estratégia, Ed. Campus).
A preocupação com a execução envolve, primeiramente, a avaliação de viabilidade. Muitos candidatos correm o risco de estabelecer planos de estudo completamente inviáveis. E nem mesmo sabem disto.
Para aqueles que são usuários do Sistema Tuctor, há uma funcionalidade que reúne todos os dados do plano de estudos, com a indicação de uma série de parâmetros para a avaliação de viabilidade. Inclusive a data estimada de conclusão da execução do planejamento estabelecido, a qual pode ser alterada, de modo a ajustar o plano.
Outro exemplo de parâmetro de viabilidade consiste nas metas de estudo. Isto somente é possível em função do conceito de Unidade de Estudos, o qual faz parte do universo de construções metodológicas inerentes ao Sistema. (clique aqui para ler Base Conceitual-Metodológica do Sistema Tuctor).
Superada a avaliação de viabilidade, quanto à efetiva execução do plano de estudos, é preciso contar com mecanismos de monitoramento e controle.
Conforme afirma o Prof Luiz César de Moura Menezes, em obra sobre o tema do gerenciamento de projetos, “monitorar significa acompanhar fisicamente a execução das atividades do projeto em sua totalidade – de modo integrado…significa comparar os dados obtidos sobre o que foi realizado, o que foi feito do trabalho planejado e o que tinha sido planejado originalmente”.( Gestão de Projetos, Ed. Atlas). Assim, enquanto o monitoramento tem o sentido passivo de acompanhamento, o controle conta com um sentido mais ativo, de intervenção.
Dessa forma, para a execução do planejamento de estudos, é importante que o candidato adote atitudes de monitoramento e controle. Isto significa acompanhar e saber o que está ocorrendo em relação ao seu planejamento. Ou seja, não se deixar levar, mas conduzir o seu próprio processo de preparação.
Esta preocupação é indispensável principalmente por parte dos candidatos que se preparam exclusivamente por meio do estudo bibliográfico ou assistindo aulas em cursos “on line”, nos quais não há um horário, dia certo, bem como rotinas e programação definida para as aulas. Isto é, trata-se de uma questão de autogestão, o que, aliás, consiste numa das preocupações contemporâneas da andragogia, ramo das ciências da educação voltada à aprendizagem de adultos.
Para os usuários do Sistema Tuctor, um dos mecanismos mais importantes de monitoramento e controle consiste no Extrato da Conta de Estudos. Esta funcionalidade conta com uma série de indicadores que refletem a realidade da execução do planejamento de estudos. (clique aqui para ler Glossário de Indicadores do Sistema Tuctor).
Dispondo de um mecanismo como este, além da garantia de condições gerenciais adequadas, o candidato acompanha o que vem ocorrendo e tem condições de saber como evolui. E estando evoluindo conforme o previsto, pode desfrutar da tranqüilidade de ter a consciência tranqüila, sabendo que está fazendo a sua parte.
Muitos dos usuários do Tuctor adotam o Extrato da Conta de Estudos sob uma lógica de estímulo-resposta, assim compreendida nos termos da psicologia do comportamento. Ou seja, a identificação dos avanços do plano de estudos, proporcionada pelos indicadores, se traduzem em estímulos positivos, que geram reações positivas.
Mas independente dos meios que venham a ser adotados, o fundamental é que se tenha o cuidado não apenas de elaborar o planejamento de estudos, mas também assegurar a sua viabilidade e execução.
Boa execução do seu planejamento de estudos!












5 comentários até agora. Deixe o seu.
Sou totalmente adepto desta idéia de que alimentar a conta de estudos e ver o extrato no meu Tuctor gera um estímulo positivo. Todo domingo fico na expectativa de ver como está minha situação.
Até evito olhar antes de fechar a semana.
Quando cumpro as minhas metas, me sinto bem. É o meu premio. Quando não cumpro, não me sinto bem, mas fico estimulado a me empenhar mais.
Não vejo a hora de montar o meu plano no Tuctor. Já estou com quase toda a minha bibliografia.
Quando fechar a montagem do plano espero executar como dito no texto. Estou muito empolgada com a idéia do Tuctor!
Obrigado Prof Neiva por esta invenção!
Sílvia
O Tuctor é cruel muitas vezes conosco. Não perdoa! Se você não estuda como previsto, vai ver a fatura que te espera.
Acho que faz todo sentido o termo Extrato da Conta de Estudos. É como no banco, se o saldo é negativo, dói um pouquino. E o pior é que a culpa é nossa…
Bjs!
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